Mesmo em um período de retração do mercado brasileiro energia solar fotovoltaica, se mantém ativa.

Por Wecclub

Em janeiro desde ano, os dados disponíveis de mercado para a geração de energia solar fotovoltaica eram de um crescimento exponencial, trazendo uma perspectiva para o setor de encerrar o ano de 2020, com um total acumulado de mais de 250 mil empregos no Brasil desde 2012, distribuídos entre mais de 15 mil empresas de todos os elos produtivos do setor. A maior parcela destes postos de trabalho deveria vir das mais de 14 mil pequenas e médias empresas do segmento de geração distribuída, responsáveis por mais de 162 mil empregos acumulados.

Porem em 16 de março com a chegada oficial da quarentena vimos um retrocesso em expansão causados por um inimigo invisível, por uma cautela ao desconhecido.

Mais não podemos deixar de enxergar no meio dos efeitos do COVID-19 um amadurecimento profissional e social acelerado pois com a mudança de metodologias de trabalho, adaptação ao isolamento social, o crescimento de um novo mercado com as lives disponibilizados em todos os setores da economia brasileira,abriram um mercado pouco explorado. O engajamento social em diversas frentes tornando o país mais unido em manter os empregos e a economia, tão longe mais tão perto ao mesmo tempo. O setor solar fotovoltaico teve um baixo impacto negativo neste primeiro momento, pois apesar de ter uma estimativa de queda em 18% segundo algumas consultorias, gigantes de outros setores continuam investido em energia solar no Brasil, exemplo da Claro e a Sheell que acabam de inaugurar seus projetos em renováveis. A Claro inaugurou esta semana no Maranhão, na cidade de Timon, uma usina que é a maior planta solar do estado na modalidade de geração distribuída. A capacidade da usina é de 5,1MW, o suficiente para abastecer 4.500 residências domésticas

E claro que teremos empresas que irão precisar demitir ou até mesmo passar por momentos de enxugar gastos, afinal uma crise trás sua parcela negativa em todos os setores para economia. Mais vale ressaltar que no momento que algumas empresa do setor passam por uma turbulência, temos a notícia que ultrapassa a marca de 5GW de energia solar no país.

Outro fator que deixa o setor fotovoltaico favorecido e a crise do setor elétrico com a quarentena houve uma queda na carga elétrica de 22%, além dos aportes financeiros para socorrer neste momento as distribuidoras que de alguma forma irão impactar na conta de energia.

A certeza de que o mundo nunca mais será o mesmo pós Covid-19, e para não haver um desaceleramento significativo em nosso setor e manter a demanda de empregos ativa, ressaltamos que o momento e de cooperativismo e alianças com empresas sólidas e seguras de entrega.

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