“As empresas brasileiras têm percebido que, para atravessar a atual crise, precisam ser responsáveis com funcionários, clientes, acionistas e meio ambiente”

Por WECCLUB

A crise do novo coronavírus deixa evidente uma divisão que vinha sendo lentamente formada no mundo dos negócios. De um lado, empresas que buscam ­atuar de maneira mais humanizada e atenta ao impacto que têm no mundo. Para elas, o propósito de uma empresa é gerar valor para todos os envolvidos em suas atividades — acionistas, funcionários, fornecedores, parceiros, clientes e a comunidade. O lucro, essencial para manter a operação de pé, é visto como consequência dessa boa gestão. Entre os especialistas, esse modelo é chamado de capitalismo de stakeholder, por colocar os interesses de todas as partes envolvidas  à frente dos investidores. Do outro lado, estão as empresas que atuam de acordo com o modelo de capitalismo de ­shareholder, no qual o retorno ao acionista (­shareholder) é o grande norteador das ações e decisões dos gestores. “Em uma situação tão dramática, não dá para dizer que vamos sair melhores da crise. Mas haverá aprendizados. “

As empresas que atuam com energia renovável além do compromisso já firmado com o meio ambiente vêm mostrando também exemplo de cidadania e que união é essencial em momentos de crise, e estão estimulando clientes e funcionários a doar e contribuem com recursos próprios para atenuar impactos da covid-19

Com o projeto ‘Não estamos sozinhos’ a Cemig anunciou nesta segunda-feira (13) que vai doar respiradores e equipamentos para a rede de hospitais públicos de Minas, a empresa conta, além desse valor inicial, com um esquema de doações em cadastramento.

O cliente, ao atualizar o cadastro acessando o site da empresa, faz a Cemig doar mais R$ 5 para o projeto. Como os clientes somam 8,76 milhões, a ação teria efeito multiplicador.

Outra fonte de doação que citamos vem através da Comerc Energia que anunciou nesta semana uma série de medidas para enfrentamento da disseminação da Covid-19 no país, incluindo a doação de aproximadamente R$ 1 milhão para apoio financeiro a diferentes iniciativas de saúde pública e suporte a comunidades. Desse montante, R$ 300 mil serão destinados a projeto do Senai que promove a reparação de respiradores artificiais e pretende devolver 120 equipamentos a hospitais de 13 estados brasileiros.

A EDP Brasil lançou no início do mês edital para a seleção de projetos para a “EDP Solidária – Covid 19”, fundo que destinará recursos a projetos de entidades não governamentais, associações, startups, consultorias, entre outros, que proponham soluções socioeconômicas para problemas gerados pela pandemia. O grupo aportou R$ 1,5 milhão no fundo e espera levantar mais R$ 1 milhão a partir da contribuição voluntária de seus funcionários.

São diversas empresas do setor tais como: Enel, Engie, Light, Neoenergia e Brookfield que estão juntas neste momento reforçando que: Juntos somos mais fortes!

Se renove neste momento de crise e vem ser Wecclub!